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O jogo do idiota gozado

O jogo do idiota gozado

Aniversário do meu primo e todo mundo voou pro sítio. Gente bonita, alegre, pra cima. Comes e bebes liberados, muita risada e danças animadas. Festa de verdade. O sábado foi privilegiado pela presença constante do sol, um calor que fazia o povo beber mais que o normal. Muitas daquelas pessoas deveriam voltar pra capital, mas, por prudência, foram arrumando um jeito de pernoitarem por lá.

Assim, fiz questão de ir até o vizinho buscar alguns colchonetes e auxiliar o aniversariante com a organização da bagunça. Porém, desde tarde havia implicado com um rapaz que parecia ser mais acomodado que o normal. Brincadeiras exageradas, arrogância, prepotência por ter um carro de luxo e, principalmente, por querer aparecer demais. O cara destoava do resto do povo, mas alguém o tinha convidado, devia ser amigo do meu primo. A única coisa que o elemento tinha de interessante era a namorada.

Sarada, era visível que era rata de academia. Pernas fortes, barriguinha de fora, seios volumosos, bronze em dia. Aos poucos ia bebendo e se soltando cada vez mais. Enlouquecia outras namoradas pelos ciúmes que causava. Já os homens, olhavam de lado, tentavam disfarçar, mas comentavam uns com os outros nas primeiras oportunidades que tinham.

Meu contato com Vanessa foi para ajudá-la a pegar mais algumas cervejas. Fui até a geladeira da cozinha da casa mostrar onde estavam e começamos a bater um papo. Sua boca era apetitosa e, enquanto ela falava enrolado, ficava imaginando o estrago que aquilo tudo poderia fazer. Aos poucos começamos a nos aproximar mais, a conversa fluía interessante para ambos, com muitos sorrisos. Decidi ser mais ousado nas perguntas, ela entrou na brincadeira.

– Você deve passar muitas horas na academia, imagino. Certo?

– Sim, adoro! Não há coisa melhor do que ser admirada. Positividade sempre, você fica de bem consigo sempre, sabe? Quando estou triste logo vem um elogio e me joga pra cima de novo.

– É, faz sentido. – concordei – É digna de toda admiração, parabéns. Mas às vezes acho um desperdício mulheres com corpos tão bonitos e tão pouco utilizados, no sentido de prazer e sexo, entende? Não que isso aconteça contigo, de forma alguma, já que nem te conheço, mas tive uma namoradinha que era tão fútil a ponto de só querer se exibir e na hora do ‘vamos ver’ ela sempre estava cansada, tinha vergonha, frescura, ou não entendia nada do assunto, enfim…

Ela caiu numa gargalhada e seu rosto se transformou em erotismo.

– Eu sou do ‘bang’, gosto muito! Meu namorado não dá conta, sempre pede arrego!

Começamos a rir, mais uma vez tinha ficado claro que estava alterada. Elogiei seus seios, já que não parava de observá-los. Comentei que pareciam ser de silicone e a gata disse que eram criados por muita academia e com uma ajudinha da genética. Desafiei, insistindo que eram artificiais. Ela riu. Sabia que estava mal intencionado. E mais uma vez a elogiei. Avisei que me afastaria, pois eram tentadores. Aquele sorriso eu conhecia. E perguntei:

– Posso comprovar?

– Você é muito assanhado!!! Mas gostei de você!

Coloquei a mão e seu biquinho levantou no mesmo momento. Comecei a acariciá-los tomando cuidado para que ninguém nos visse. Minha rola foi crescendo.

– Pare, alguém vai vir aqui. Vim só buscar as cervejas.

– Certo, é melhor mesmo. Mas vamos dar uma volta?

– Não tem como, meu namorado está lá embaixo. Quando bebe fica valente, melhor eu descer, não quero problemas pra ninguém.

Puxei sua mão e a coloquei em minha rola. Mordeu os lábios e ficou segurando. Escutei algumas pessoas se aproximando e me afastei. Peguei as cervejas e perguntei as outras moças se podia ajudá-las, quando virei, Vanessa já não estava lá. Meu caralho estava muito duro. Não esperava por aquilo. Fui ao banheiro e bati duas punhetas.

Que tesão de mulher, que delícia de vagabunda.

Voltei para área da churrasqueira e o cenário era bem original. Grupinhos com bêbados, latinhas e garrafas espalhadas e algumas pessoas se organizando para dormir. Era cedo, mas o pessoal estava bem cansado. Não via ‘minha’ gostosa. Também não achava o tosco do namorado dela. Temi que tivessem ido embora. Precisaria, no mínimo, pegar um contato.

Deixei pra lá e resolvi ajudar a organizar as coisas. Coloquei alguns colchões no chão da sala e o povo foi se ajeitando. Quando voltei para o quarto para buscar roupas de cama, trombei com o cidadão insuportável.

– Garçom, pode buscar mais uma bebida pra mim. – disse-me o sem noção.

Contei até 500 e disse, com calma, pra ele ir pra sala dormir. Riu e seguiu se apoiando nas paredes. Idiota. Por outro lado, aquilo era positivo. Além de dormirem ali, dormiriam na sala. Poderia ter mais contato com a gostosa.

Voltando a sala, nos encontramos. Mais pessoas estavam ali, logo, só nos olhamos. Vi o local que tinha se arrumado e logo coloquei meu travesseiro bem perto. Mais 04 casais tinham se acomodado. Alguns já roncando, outro conversando. O namorado dela era um dos que mais alto roncava. Achei ótimo.

As luzes foram se apagando e fui escovar os dentes. Estava apenas com um short de jogar bola, sem nada por baixo. Parecia um pijama. Ela estava com um pijama que minha prima havia emprestado. Muito maior que ela, porém, de tecido bem fino. Deitei-me e ela se colocou entre seu namorado e eu. Comentei, em tom de brincadeira, que seria difícil dormir ali ao lado daquele escapamento de caminhão. As outras pessoas riram e estenderam a brincadeira. Ela disse que ele estava morto, que a casa poderia cair e ele nem perceberia. Tinha realmente bebido demais.

Quase ninguém mais acordado quando resolvi me aproximar. Tudo muito escuro, apenas a iluminação externa estava funcionando. Fui em direção a ela, que veio de costas a minha direção. Meu cacete já estava duro, tudo favorecia. Antes que pudesse encoxá-la, peguei seu braço e coloquei pra trás. A mão dela foi direta e, como se tomasse um susto, tirou a mão. Senti que estava impressionada. Logo sua mão voltou. Começou a alisar meu cacete com calma. Fui direto aos seus seios e comecei a acariciá-los. Duros e bicudos, só me provocavam mais e mais. Resolvi me sentar como se não conseguisse pegar no sono. Olhei para os outros casais e pouco conseguia enxergar. Todos estavam dormindo. Não eram nem 2 h da manhã. Deitei-me novamente, mas mais perto. Fui até seu ouvido e confirmei a sonolência do corno. Ela se encostou em mim e disse que estava morto, mas que acordaria com fome.

Respondi sussurrando:

– Então vai comer o resto!

Ela riu e nos atracamos num beijo quente. Fomos cautelosos para que não surgissem barulhos e em pouco tempo meu cacete estava entrando em sua xoxota. De ladinho, coloquei quase tudo e aquela posição me permitia tocar seu grelo com o dedo. Aos poucos a velocidade começou a aumentar e meu caralho entrando cada vez mais. A gostosa meu saco para que enfiasse tudo, queria toda minha rola naquela boceta. Pedi o cuzinho, ela não deixou. Voltei a meter forte. Confirmando o sono de todos, coloquei-a deitada de bruços e meu deitei por cima. Era possível comê-la enquanto observava o ébrio namorado dela roncando.

Pensei que fosse temer aquela posição, mas ela ainda impulsionava sua bunda para meu pau. Pedi o cuzinho novamente.

– Deixe-me te foder um pouquinho, vai?

– Fode, mas se for gozar, me avise.

Foi a melhor coisa que me aconteceu. Coloquei forte, com raiva, e ela se divertia. Estava adorando. Depois de belas cutucadas naquele rabo me pediu pra voltar a por em sua xoxota, pois estava quase gozando. Obedeci e voltei a meter com mais força. Ela amoleceu e segurou o grito com uma mordida em meu antebraço. Dei mais umas estocadas e avisei que gozaria. Ela disse pra gozar na boceta, tudo lá dentro e pra só tirar quando ela mandasse.

Mais uma vez, obedeci. Gozei muito. Melequei a xoxota da filha da puta todinha!

Então ela me pediu pra que tirasse o caralho vagarosamente.

Tirei e me deitei sem nada por cima. Estava suado, molhado, ofegante. Ia esperar que fosse ao banheiro pra depois ir, então escutei a moça acordando seu namorado. Fez questão que a ouvisse.

– Amor, vamos transar, estou morrendo de tesão. Queria muito que me chupasse todinha agora!

Fiquei surpreso, não entendi nada. O corno acordou sonolento e obedeceu a moça. Desceu com a cabeça e começou a chupá-la. Fiquei sem ação. Ela pegou em meu braço, sem que ele visse, é claro, me olhava e sorria.

Depois mandou chupar e engolir toda ‘sua’ porra que estava gozando…

Fiquei um pouco puto, um pouco confuso. O que era aquilo? O que estava acontecendo? Terminaram e ficaram se abraçando, logo dormiram.

Quando acordei, não estavam lá. Fiquei sem entender e, pra piorar, não tinha nem o telefone dela. Até que, quando fui arrumar os colchões, achei um bilhetinho com o nome e o telefone. No verso tinha a explicação: tudo aquilo tinha sido ideia dele, do corno, que tinha fetiche por chupar a namorada após as trepadas dela com outros caras!

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Rodrigo Cateuck

11/10/2014

Cateuck

Cateuck

Heterossexual fascinado pela beleza de mulheres de todos os tipos, cores, raças, religiões ou credos. Um cara extremamente preocupado com o prazer mútuo, dedicado sempre a fazer gozar e desfrutar dos melhores momentos juntos. Inconsequente quando sob o efeito do tesão. Este sou eu. Posso ser carinhoso sem deixar de utilizar força. Posso dizer em teus ouvidos as mais vulgares das palavras com a sutileza de quem mais deseja excitar. Cabe romance, cabe ousadia, cabe sacanagem. A experiência ajuda bastante a escrever sobre encontros sexuais, mas a criatividade sempre vai além. E isso foi o que mais me motivou a contar algumas de minhas histórias e descrever alguns de meus sonhos. A linguagem que resolvi utilizar foi a mais simples e real possível, não poderia ser diferente. Espero que meus amigos leitores divirtam-se com esses relatos assim como sempre acontece comigo. E confesso: Não precisariam estar escritos para serem inesquecíveis. Os fiz justamente para que pudesse compartilhar meu mundo de tesão, carinhos e as mais gostosas loucuras envolvendo boca, pele, ares e lugares.

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